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Enxerto ósseo com BMP

Enxerto ósseo com BMP
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Muitas pessoas que necessitam de reabilitação oral através dos implantes dentários podem, a princípio, não recebê-los de imediato. Como sabemos, os implantes dentários são fixados nos ossos da mandíbula e/ou maxilar, mas por alguns motivos nem todas as pessoas possuem volume ósseo adequado nessa região que viabilizem a colocação dos implantes dentários.

Algumas condições podem causar “defeitos” nos ossos da boca. Os mais comuns são a própria ausência de dentes por muitos anos (que causa perda óssea) e algumas doenças periodontais que “consomem” parte do tecido ósseo ao longo dos anos. Felizmente, a odontologia avançou muito nas técnicas para resolução desses problemas com a prática de enxertos ósseos para recomposição da estrutura ideal para colocação dos implantes dentários.

 

Saiba mais sobre enxerto ósseo.

 

Em algumas ocasiões já abordamos aqui em nosso blog as diferentes técnicas de enxertia óssea. Mas hoje vamos nos aprofundar na técnica considerada hoje pela odontologia como a mais moderna e com menos riscos. Trata-se do Enxerto Ósseo com BMP.

BMP, sigla em inglês do termo Bone Morphogenetic Protein, é uma Proteína Morfogenética Óssea, que na prática é a derivação sintética de uma proteína osteoindutiva naturalmente presente no tecido ósseo humano. As pesquisas do campo da engenharia genética conseguiram isolar essa proteína para uso em enxertia óssea na odontologia e na medicina.

A técnica consiste na colocação de pequenas esponjas de colágeno com BMP na região onde é necessário a recomposição de volume ósseo. Quando aplicada, a BMP age como um indutor de formação de novo tecido ósseo, ou seja, ela ajuda a formar estrutura óssea necessária para colocação de implantes dentários. Isso ocorre porque essa proteína é capaz de induzir a transformação de células primitivas em células formadoras de osso.

As vantagens dessa técnica em relação ao enxerto autógeno (onde o osso transplantado é retirado de outra parte do corpo do próprio paciente), tem a ver com a Potencialização de formação óssea, bem como a velocidade e quantidade de osso formado ser maior do que em outras técnicas. A qualidade final do osso é semelhante à do osso natural do paciente.

No enxerto ósseo autógeno, o osso transplantado é previamente retirado cirurgicamente da crista ilíaca (osso da região pélvica), da mandíbula ou da calota craniana. Ou seja, o paciente é submetido, no mínimo, a duas cirurgias. Além disso, algumas vezes há uma falha na integração do enxerto. No enxerto com BMP também se reduz o risco de rejeição do enxerto. O risco de rejeição também quase não existe, já que nessa técnica a formação é de osso do próprio paciente.

A desvantagem é o custo. Como esta é uma técnica relativamente nova, ainda é mais onerosa em relação às outras formas de enxerto ósseo.

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