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Como ocorre a Osseointegração de Implantes Dentários?

Como ocorre a Osseointegração de Implantes Dentários?
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A osseointegração é um processo de união física, química, biológica e mecânica entre implantes dentários e o osso da mandíbula/maxila ao qual ele é inserido.

Os implantes dentários, normalmente fabricados em titânio ou mais recentemente em cerâmica pura (materiais compatíveis com o organismo humano), possuem características físicas na superfície, como uma topografia rugosa, que permitem a migração e adesão de células osteogênicas (formadora de tecido ósseo). Esse processo é importante para a formação de novo tecido ósseo ao redor do pino de implante, inclusive entre as roscas, o que ajuda na sua fixação, estabilização e manutenção. Alguns modelos de implantes mais modernos também possuem propriedades químicas que favorecem e aceleram esse processo.

 

implante_superficie_rugosa

Imagem microscópica da superfície rugosa de um implante

 

Quando um implante é colocado no osso, é necessário que ocorra uma estabilização primária, ou seja, o leito preparado deve estar de acordo com o modelo do implante, para que ele por si só permaneça firme depois do torque. O próprio formato cônico dos implantes também favorece essa estabilização. O implantodontista avalia diversas condições do paciente para tentar prever qual será a estabilização primária, porém somente durante a cirurgia será possível verificar sua firmeza.

A segunda fase da fixação é a osseointegração, que é iniciada com uma reação natural do organismo. Apesar de o pino de implante ser fabricado com material totalmente compatível com o organismo humano, ainda assim é considerado um corpo estranho, portanto após a sua inserção no osso, inicia-se um processo natural do organismo para cicatrização e regeneração dos tecidos em torno do implante. Neste processo, ocorre também o deslocamento de um exército de células destinadas a formar osso na superfície dos implantes. É nesta fase que as características da superfície do implante têm grande influência para integração entre implante e osso. Empresas fabricantes de implantes investem milhões de dólares em pesquisa nesta área do conhecimento pois quanto mais rápida a cicatrização do implante, melhor será aceito por pacientes e implantodontistas (por exemplo: Straumann, Nobel Biocare, Neodent, Astra, Biomet).

A formação óssea em torno no implante já pode ser observada nas primeiras semanas após a cirurgia. O primeiro tecido ósseo formado é biologicamente rico e vascularizado, mas aos poucos ele vai sendo reabsorvido e substituído por um osso mais firme que tem a capacidade de se adaptar ao formato do implante. Nesta fase inicial de cicatrização, o fumo e doenças como a diabetes podem atrapalhar bastante ou mesmo impedir a osseointegração.

 

Condições básicas para que a osseintegração ocorra bem:

  • Boa técnica cirúrgica empregada
  • Qualidade óssea e bom estado de saúde geral do paciente
  • Escolha de Implantes dentários de qualidade, considerando suas propriedades de superfície que favorecem a formação óssea
  • Escolha adequada do modelo dos implantes às necessidades do paciente – levando em conta comprimento, forma, largura, tipo de rosca, etc.
  • Modelo de prótese e distribuição de força adequados às necessidades do paciente

 

 

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